Corações acelerados, insônias repentinas, escapar sorrisos bobos ao longo do dia, confortar-se ao ouvir aquela música de rádio banalizada pelos ouvintes que não se cansam de pedi-la, não achar mais graça em outras pessoas, ansiedade ao ver a luzinha laranja do MSN piscar, fazer juras completamente sem sentido mas que no momento parece ser a única certeza, arrepios ao toque, explosões ao beijo, escrever coisas bobas e por muitas vezes sem sentido... Ah como isso é bom! Certamente atividades muito especiais na vida de quase todos os seres humanos.
Aquela sensação de encontrar a metade da laranja, nada mais agradável. Conheço pessoas que dizem que o tempo passou inexplicavelmente ao achá-la e outras que dizem que esperaram a vida toda mas ainda não a encontrou. Esperar a pessoa certa, na hora certa e no lugar certo é sempre o sonho de quem esta “a procura”, e ainda sempre existe aquela coisa de mãe que fala “não adianta procurar, quando menos você esperar ela aparecerá” até concordo com essa citação, particularmente eu tenho um dom de ver pessoas que serão casais futuramente e nem sabem. Aquela história de que “o amor pode estar ao seu lado” é bem verdade, o que me espanta é a quantidade de “True Love” que aparece na vida das pessoas, já vivenciei essa situação com duas pessoas diferentes em duas semanas (?) Não quero desacreditar na intensidade das relações dos outros, mas isso é uma coisa muito louca. Fora aquela política do acaso, aquela que discorda das anteriores e que são as mais vorazes da "pessoa errada na hora errada", que já não é mais a metade da laranja mas sim do limão. Aquela história dos opostos, que deixam sem graça qualquer casal que parece ter nascido um para o outro.
Durante algum tempo fiquei com uma idéia fixa na cabeça de achar alguém como àquela que eu tanto quis há algum tempo atrás e percebi que continuei na mesma situação, com a esperança de apagar o presente e reviver o passado. Cansei desse marasmo, desencanei de todas as possibilidades e decidi me permitir... Seria esse um novo começo e esquecer aquele dilema de “special one”. Afinal “love is no big truth”

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