terça-feira, 26 de agosto de 2008
domingo, 17 de agosto de 2008
As coisas que quero lhe falar
Pra começar, devo lhe contar que nem tudo aquilo que se sonha é o que realmente acontece, muito pelo contrário. Das poucas coisas que almejei nenhuma aconteceu de fato, fora que como se não bastasse, acontecem coisas que fodem de vez com seus planos. Nunca deixei de ser utópico e parei de sonhar ao invés de encarar de fato a realidade, mas aprendi que nada cai do céu, e se realmente quero alguma coisa tão oposta do que planejam pra mim, tenho que correr atrás. Outro ponto é de como lidar com o amanha, é muito mais fácil deixar as coisas mais árduas para se fazer depois, mesmo sabendo que o ”depois” nunca irá chegar. Ouço pessoas dizerem que custaram a aprender como lidar com tudo isso, então chego a pensar como eu que já sei há algum tempo, o quanto irei demorar a agir.
Outra coisa importante que gostaria de te dizer, é como se relacionar com pessoas. Hoje estou aprendendo a ser mais independente e só, admito que seja bem mais difícil quando isso é involuntário. E agora sei também que ouvir “eu te amo” de alguém pode ser irrelevante, se pararmos para pensar uma criança de dois anos consegue falar, só por ensinarem que é bonitinho. Vejo que nunca parei para dizer “eu te amo” a quem amo de verdade, por me parecer desnecessário, sempre dei muito mais valor a atitudes do que a três palavras. Sei também que não sei ao certo o que amor, com 17 anos já vivenciei “vários tipos” (haha) percebo que confundem amor com carência, com dependência, com medo de ficar sozinho... Realmente espero que não seja nada disso.
Eu gostaria de “te” contar diversas coisas e também de entender algumas. Mas já me disseram uma vez que não precisamos entender nada apenas vive-las.
Talvez seja uma carta de despedida.
sábado, 9 de agosto de 2008
Paranóia
já reparou que eu sempre estou incomodado com alguma coisa? é impressionante!
as pessoas no msn vão diminuindo, os assuntos também.. vou ficando cada vez mais sozinho, e o que não gosto é de me sentir assim, meio que ignorado. Não nasci pra ser ignorado, uma das poucas coisas que tenho certeza na vida. prefiro que me batam, que me xinguem mas por favor, não me ignorem!que merda, não consigo tirar essa porra da cabeça. dá vontade de abri-la e apagar com uma borracha, ah como adoro metáforas!
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Que nem um adeus pode apagar
Por que será que sinto mais à vontade em escrever quando estou aflito? Não que hoje eu esteja vivendo as 1001 maravilhas, mas simplesmente perdi a vontade não só de escrever, mas como a de sair, de conversar em fim de acordar. Li meus posts anteriores e lembrei-me do que realmente queria falar e nunca escrevi não sei o exato por que. Algumas coisas que eu nunca havia me preocupado antes, agora aparecem a cada minuto em minha cabeça. Em outros tempos poderiam ser consideradas até como problemas, mas hoje me fazem rir aquelas risadas mais sarcásticas de todas.
Estive pensando em me afastar de tudo por tempo indeterminado, não sei se conseguiria de fato ficar longe de pessoas que hoje considero de mera importância (apesar de às vezes pensar que não é retribuído tudo o que considero por elas). Dar um tempo em atividades que me vejo obrigado a fazer, sendo que sei que involuntariamente aceitei a realizá-las. Quero mandar tudo pra PUTAQUEPARIU e sumir, desaparecer sem deixar rastro.

