domingo, 27 de julho de 2008

The lesson i’ve learned

Tinha escrito muito com esse título, após lê-lo percebi que estava muito pessoal e não é de interesse público meus desabafos (até pode ser, mas acreditem esse tava muito e sem graça).

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Irritando pedro henrique.

Irritar: vtd 1 Tornar irado, encolerizar. vpr 2 Encolerizar-se, irar-se.

Várias coisas que passavam despercebidas por mim antes, hoje estão me irritando profundamente. Estou cansado de me ver na mesma situação sempre, com essa rotina de coisas ruins acontecendo do mesmo jeito (às vezes elas até me surpreendem, e isso me irrita mais ainda). Nada mais deprimente do que você tentar quebrar a rotina com algo que já é rotineiro e esse seu plano não dar certo. Sinto o tempo passar, pessoas se ocuparem e eu com mais tempo livre do que nunca para fazer nada o dia inteiro, chegar no final de semana e ouvir histórias quase que inéditas de quase todos e se ver obrigado a até mesmo inventar uma para não se sentir menosprezado.

Nada mais apropriado do que se encontrar nessa situação e ver aquelas pessoas adeptas ao “carpe diem” no orkut. Impossível algo mais irritante que isso, todas as vezes que eu leio a descrição desse mito me sinto um ET, ou a minha vida é monótona demais ou as pessoas gostam de fingir que são felizes ao extremo e escondem a realidade participando dessas comunidades. O mais intrigante ainda é que geralmente participam também de umas do tipo “sua inveja faz minha fama”, “causamos na balada”... Muito contraditório, já que as fotos dos profiles entregam tudo (aqueles que ainda tiram fotos de cima pra baixo, sempre demonstrando um sorriso ligeiramente forçado pra se mostrarem felizes) tão obvio que fazem tanto nada ou até mais do que eu. Qual é o problema de fugir desse estereotipo de vida perfeita? Assumo mesmo que a minha não é e ponto.

Se fosse comentar todas as coisas que me irritam nesse momento esse texto iria ficar tão cansativo e particularmente poderia parecer até meio indireto. Já basta alguns dos posts anteriores."I'm not living, I'm just killing time"

This is not a love song



Corações acelerados, insônias repentinas, escapar sorrisos bobos ao longo do dia, confortar-se ao ouvir aquela música de rádio banalizada pelos ouvintes que não se cansam de pedi-la, não achar mais graça em outras pessoas, ansiedade ao ver a luzinha laranja do MSN piscar, fazer juras completamente sem sentido mas que no momento par
ece ser a única certeza, arrepios ao toque, explosões ao beijo, escrever coisas bobas e por muitas vezes sem sentido... Ah como isso é bom! Certamente atividades muito especiais na vida de quase todos os seres humanos.

Aquela sensação de encontrar a metade da laranja, nada mais agradável. Conheço pessoas que dizem que o tempo passou inexplicavelmente ao achá-la e outras que dizem que esperaram a vida toda mas ainda não a encontrou. Esperar a pessoa certa, na hora certa e no lugar certo é sempre o sonho de quem esta “a procura”, e ainda sempre existe aquela coisa de mãe que fala “não adianta procurar, quando menos você esperar ela aparecerá” até concordo com essa citação, particularmente eu tenho um dom de ver pessoas que serão casais futuramente e nem sabem. Aquela história de que “o amor pode estar ao seu lado” é bem verdade, o que me espanta é a quantidade de “True Love” que aparece na vida das pessoas, já vivenciei essa situação com duas pessoas diferentes em duas semanas (?) Não quero desacreditar na intensidade das relações dos outros, mas isso é uma coisa muito louca. Fora aquela política do acaso, aquela que discorda das anteriores e que são as mais vorazes da "pessoa errada na hora errada", que já não é mais a metade da laranja mas sim do limão. Aquela história dos opostos, que deixam sem graça qualquer casal que parece ter nascido um para o outro.

Durante algum tempo fiquei com uma idéia fixa na cabeça de achar alguém como àquela que eu tanto quis há algum tempo atrás e percebi que continuei na mesma situação, com a esperança de apagar o presente e reviver o passado. Cansei desse marasmo, desencanei de todas as possibilidades e decidi me permitir... Seria esse um novo começo e esquecer aquele dilema de “special one”. Afinal “love is no big truth”